Que liberdade?
People, man, people...
Parafraseando um dos perosnagens do filme Crash, onde ele se surpreende com os hábitos das pessoas (e acaba morrendo por isso...), eu inicio este post para falar da busca incansável pela sonhada liberdade. Nós buscamos incessantemente por uma vida de liberdade, por empregos que nos dêem mais liberdade, por amores que nos façam sentir livres, mas no fundo não sabemos nem mesmo lidar com isso. Esse é um mal que assola a humanidade há séculos: o querer sem saber exatamente o quê.
Eu sou a favor da máxima que diz que se você almeja que as pessoas tenham certas atitudes, comece você mesmo a praticá-las... Se queremos tanto essa liberdade, comecemos por nós mesmos. Sejamos menos severos com as coisas banais, e prestemos mais atenção onde há mais valor. Dê a liberdade e sinta o gosto que ela tem. Saiba aproveitar bem cada minuto livre.
Infelizmente trazemos conosco uma herança materialista do querer possuir as coisas e as pessoas. E quanto mais temos, mais queremos, esquecendo completamente que devemos ter somente o suficiente para suprir nossas necessidades. Quando praticamos a liberdade, praticamos também o ter sem precisar possuir.
É exatamente assim que eu me sinto, e é exatamente por isso que tenho sofrido tanto. As pessoas a minha volta têm tido enorme dificuldade de me entender. Mas se elas pudessem sentir um pouquinho da liberdade que tenho, talvez tudo ficaria mais fácil. Afinal, como podem acreditar no meu amor se nele se baseia a liberdade? Como podem confiar o quanto gosto delas se minhas atitudes são o oposto do que esperam? Eu não gosto de possuir a amizade dos que me rodeiam, eu gosto de sentir essa amizade, e de aproveitar cada instante, eu gosto de fazer valer a pena. Quero sentir as pessoas do jeitinho que cada um é, sem máscaras. Eu quero respeitar cada um, e saber saborear suas diferenças. Sem esquecer que cada pessoa é passageira em nossa vida, de alguma forma.
Eu quero ser cada vez mais livre,
independente do impacto que isso possa causar,
independente da dor que eu possa vir a sentir!
Infelizmente trazemos conosco uma herança materialista do querer possuir as coisas e as pessoas. E quanto mais temos, mais queremos, esquecendo completamente que devemos ter somente o suficiente para suprir nossas necessidades. Quando praticamos a liberdade, praticamos também o ter sem precisar possuir.
É exatamente assim que eu me sinto, e é exatamente por isso que tenho sofrido tanto. As pessoas a minha volta têm tido enorme dificuldade de me entender. Mas se elas pudessem sentir um pouquinho da liberdade que tenho, talvez tudo ficaria mais fácil. Afinal, como podem acreditar no meu amor se nele se baseia a liberdade? Como podem confiar o quanto gosto delas se minhas atitudes são o oposto do que esperam? Eu não gosto de possuir a amizade dos que me rodeiam, eu gosto de sentir essa amizade, e de aproveitar cada instante, eu gosto de fazer valer a pena. Quero sentir as pessoas do jeitinho que cada um é, sem máscaras. Eu quero respeitar cada um, e saber saborear suas diferenças. Sem esquecer que cada pessoa é passageira em nossa vida, de alguma forma.
Eu quero ser cada vez mais livre,
independente do impacto que isso possa causar,
independente da dor que eu possa vir a sentir!
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