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Mostrando postagens de maio, 2011

Let´s Jazz - Vol. 2

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Ontem fiz um post falando de coletâneas de jazz maravilhosas de ouvir. Hoje complemento meu post com a dica do dia: escutem o CD do Hugh Laurie intitulado Let Them Talk . Eu já sou apaixonada pelo Dr. House e toda sua sutileza de ser! Já sou apaixonada também pela trilha sonora que embala os episódios desse seriado, sempre de bom gosto! Mas eu não fazia ideia que esse cara havia lançado um CD de Jazz!!! É paixão que não acaba mais!!! Let´s Jazz, baby!

Let´s Jazz

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Há algum tempo atrás fiz um download de um álbum de músicas dos anos 70 mas em estilo de Jazz. Delicioso... Coincidentemente, meu irmão me passou o álbum dos anos 80!  Fui pesquisar na net, e descobri que é uma coletânea deliciosa e extensa de músicas dos anos 70, 80, 90, tudo em estilo jazz!!! Para os que tiverem oportunidade, e gostarem, não deixem de ouvir!!!

sobre a morte

Hoje recebi por e-mail um texto bem interessante que fala sobre olharmos para a morte como o conceito de transição, de mutação. É um conceito muito forte e motivador. Hoje eu estou morrendo e buscando uma nova concepcção do que sou. Mas admito que de todas as minhas mortes, esta tem sido uma das mais dolorosas e intermináveis! Dêem uma lida no texto!!! Vale a pena! ------------------------ Num artigo muito interessante, Paulo Angelim que é arquiteto, pós-graduado em Marketing dizia mais ou menos o seguinte: Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro. Existem outros tipos de morte e nós precisamos morrer todo dia. A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação . Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio! A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo. É a fronteira e...

Do que você tem medo?

Nós vivemos em um mundo repleto de medos. Todos os dias ao acordar temos inúmeros motivos para temer sair de casa, seja por um assalto repentino, seja por perder o emprego. Esse é um sentimento muito forte, mas que de alguma forma nos faz refletir antes de agir. É um sentimento que nos permite ter cautela, nos faz agir com a razão. Há alguns meses eu tenho vivido com um medo insistente dentro do peito. O medo de falhar. Graças a esse medo eu tenho sido mais paciente e compreensiva com todos a minha volta. Eu aprendi a escutar muito mais do que falar. Aprendi a entender o outro e a entender os motivos do outro. Mas apesar de toda cautela, no final, eu falhei. As coisas saíram de meu controle e o que eu mais temia aconteceu. Eu tenho refletido muito sobre todos os acontecimentos, e percebi que por mais que tenhamos medo e tentamos agir da melhor maneira possível, sempre haverá alguém que não aprendeu a ser paciente, que não aprendeu a ouvir e a entender os motivos. Sempre haverá um ruído...