[re]invenção
Nada melhor do que escrever ao embalo de Good Time, do Counting Crows... Sim, porque eu também just wanna have a good time, just like everybody else...
Véspera da sexta santa fui ao rio visitar um amigo que está se recuperando de uma operação... E me fez tão bem ir lá. Por vários motivos, por ter saído um pouco daqui, por ter curtido, mesmo que por pouco tempo, os ares de copacabana princesinha do mar, por ter estado em boa companhia, ter tido boa conversa e ter me tranquilizado sabendo que a operação foi um sucesso!
Estar ali, inserida numa família de pai, mãe e filha [o pai é o amigo que está em recuperação], e participar de suas emoções, de suas expectativas, de sentir o unir de forças em prol de um ente querido, de sentir a fragilidade que é a vida e do curto espaço de tempo que temos para aproveitá-la, me fez refletir bastante. Me fez pensar em minha própria vida, em minhas atitudes. Eu tenho estado muito triste nos últimos meses com o meu relacionamento. Mas eu não percebi que eu deixei pequenas coisas se tornarem grandes demais. Eu estou supervalorando o que na verdade eu devia nem sequer perceber que existe... E isso tem me afastado e me deixado assim, pra baixo.
As diferenças existem sim, poxa. Afinal, cada um de nós é exatamente UM. Cada um tem seu jeito de viver, de perceber, de gostar e desgostar! Cada um gosta de um determinado tipo de comida [ou de todas elas], cada um escuta um tipo de múscia, gosta de um tipo de sabonete, cada um tem seu jeitinho de ser! E ainda bem que somos assim, porque do contrário o mundo seria indubitavelmente chato.
Eu acredito que tenha acordado a tempo de meus devaneios e que ainda há tempo de reverter essa tristezinha. Hoje estou feliz por ter esperança! Fui ao rio e voltei com uma nova arma: a reinvenção! Eu pretendo reinventar a minha história com o meu namorado! Estou interessada nele como ele é. Quero estudá-lo, experimentá-lo [hummmmm] e decifrá-lo. Mas não quero quebrar todos os códigos, porque gosto de surpresas! Quero aprender com ele jeitos novos de viver, sabores novos, meios de diversão! E também quero ensiná-lo a me ler! Quero que ele saiba me interpretar, com todos os mistérios que só a mulher pode ter. Quero que ele goste de me decifrar e que se interesse por mim, mesmo estando de mal-humor.
E espero que assim, de passo-a-passo, possamos crescer juntos e escrever um bela história!
Véspera da sexta santa fui ao rio visitar um amigo que está se recuperando de uma operação... E me fez tão bem ir lá. Por vários motivos, por ter saído um pouco daqui, por ter curtido, mesmo que por pouco tempo, os ares de copacabana princesinha do mar, por ter estado em boa companhia, ter tido boa conversa e ter me tranquilizado sabendo que a operação foi um sucesso!
Estar ali, inserida numa família de pai, mãe e filha [o pai é o amigo que está em recuperação], e participar de suas emoções, de suas expectativas, de sentir o unir de forças em prol de um ente querido, de sentir a fragilidade que é a vida e do curto espaço de tempo que temos para aproveitá-la, me fez refletir bastante. Me fez pensar em minha própria vida, em minhas atitudes. Eu tenho estado muito triste nos últimos meses com o meu relacionamento. Mas eu não percebi que eu deixei pequenas coisas se tornarem grandes demais. Eu estou supervalorando o que na verdade eu devia nem sequer perceber que existe... E isso tem me afastado e me deixado assim, pra baixo.
As diferenças existem sim, poxa. Afinal, cada um de nós é exatamente UM. Cada um tem seu jeito de viver, de perceber, de gostar e desgostar! Cada um gosta de um determinado tipo de comida [ou de todas elas], cada um escuta um tipo de múscia, gosta de um tipo de sabonete, cada um tem seu jeitinho de ser! E ainda bem que somos assim, porque do contrário o mundo seria indubitavelmente chato.
Eu acredito que tenha acordado a tempo de meus devaneios e que ainda há tempo de reverter essa tristezinha. Hoje estou feliz por ter esperança! Fui ao rio e voltei com uma nova arma: a reinvenção! Eu pretendo reinventar a minha história com o meu namorado! Estou interessada nele como ele é. Quero estudá-lo, experimentá-lo [hummmmm] e decifrá-lo. Mas não quero quebrar todos os códigos, porque gosto de surpresas! Quero aprender com ele jeitos novos de viver, sabores novos, meios de diversão! E também quero ensiná-lo a me ler! Quero que ele saiba me interpretar, com todos os mistérios que só a mulher pode ter. Quero que ele goste de me decifrar e que se interesse por mim, mesmo estando de mal-humor.
E espero que assim, de passo-a-passo, possamos crescer juntos e escrever um bela história!
" Quero aprender com ele jeitos novos de viver, sabores novos, meios de diversão"
ResponderExcluirTexto impróprio para menores. Tirem as crianças da sala!
que mente poluida, lain... tsc tsc tsc...
Mente poluída é a do Jay, não vi nada demais :P
ResponderExcluirEnfim, torço pela evolução de vocês dois individualmente e em conjunto!
Bjo bjo bjo
sei não, Jay, mas eu consigo ser mais "imprópria para menores" do que isso...
ResponderExcluirReinvente-se, redescubra-se. Reencontre-se sempre.
ResponderExcluirBeijos, viu? :)
Vc nunca mais vai atualizar? rs
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