inspirações
há tempos que não entrava no TAXITRAMAS e admito que fiquei espantada quando li a respeito do lançamento do tão esperado livro do Mauro. eu realmente preciso comprar esse livro. esse cara é demais. eu adoraria escrever como ele. mas nunca tive grandes inclinações para a escrita. de todos os livros e contos que comecei não terminei um sequer... mas poder ler contos como o de mauro me inspira, me instiga a escrever, quer fique bom quer não.
portanto, decidi registrar aki um causo ocorrido comigo há algumas semanas...
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tem situações que nos deixa mais embaraçados do que as situações burocráticas? não sei a partir de quando o trânsito da minha cidade se tornou tão caótico. sair de casa hoje em dia requer muita oração e duas horas de folga. lá estava eu me preparando psicologicamente para enfrentar o caos sobre 4 rodas, entrar na sala de espera da UNIMED e enfrentar uma fila monstruosa para pegar um simples pedido de exame autorizado [ou não], quando me dei conta de que eu poderia ligar antes para saber se o pedido já estava liberado [evitando assim passar por todos esse tumulto em vão]. após várias tentativas e o telefone dar sempre ocupado, decidi por fim ir logo pra lá antes que acabasse o expediente. assim que cheguei na UNIMED e peguei a senha, eu desanimei. a fila estava realmente grande e só de pensar na nem tão remota possibilidade de esperar horas a fio por nada, não hesitei e bravamente me dirigi ao balcão com o intuito de obter a mesma informação que teria tido se tivessem com o telefone desocupado.
- infelizmente senhora, não posso te dar essa informação. você terá que aguardar na fila.
- não, você não está me entendendo, não pretendo furar fila, só quero saber se o pedido já está liberado para não esperar à toa.
- infelizmente senhora, não posso te dar essa informação. você terá que aguardar na fila.
- mas por Deus, eu só não consegui essa informação porque o telefone estava ocupado... eu só quero saber...
- infelizmente senhora, não pos...
- aki, me diz o número do telefone daqui.
e enquanto a atendente dizia número por número com uma feição de "o que será que ela vai fazer?", saquei meu celular do bolso e disquei. eis que o telefone no balcão toca, ela atende e, com toda a educação eu pergunto:
- boa tarde, gostaria de saber se o pedido de número tal já foi liberado?
e após uma resposta afirmativa, sentei-me triunfante e esperei, ali, por exatos 85 minutos com aquele ar de vitória. uma pena que o pedido não tenha sido autorizado...
portanto, decidi registrar aki um causo ocorrido comigo há algumas semanas...
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tem situações que nos deixa mais embaraçados do que as situações burocráticas? não sei a partir de quando o trânsito da minha cidade se tornou tão caótico. sair de casa hoje em dia requer muita oração e duas horas de folga. lá estava eu me preparando psicologicamente para enfrentar o caos sobre 4 rodas, entrar na sala de espera da UNIMED e enfrentar uma fila monstruosa para pegar um simples pedido de exame autorizado [ou não], quando me dei conta de que eu poderia ligar antes para saber se o pedido já estava liberado [evitando assim passar por todos esse tumulto em vão]. após várias tentativas e o telefone dar sempre ocupado, decidi por fim ir logo pra lá antes que acabasse o expediente. assim que cheguei na UNIMED e peguei a senha, eu desanimei. a fila estava realmente grande e só de pensar na nem tão remota possibilidade de esperar horas a fio por nada, não hesitei e bravamente me dirigi ao balcão com o intuito de obter a mesma informação que teria tido se tivessem com o telefone desocupado.
- infelizmente senhora, não posso te dar essa informação. você terá que aguardar na fila.
- não, você não está me entendendo, não pretendo furar fila, só quero saber se o pedido já está liberado para não esperar à toa.
- infelizmente senhora, não posso te dar essa informação. você terá que aguardar na fila.
- mas por Deus, eu só não consegui essa informação porque o telefone estava ocupado... eu só quero saber...
- infelizmente senhora, não pos...
- aki, me diz o número do telefone daqui.
e enquanto a atendente dizia número por número com uma feição de "o que será que ela vai fazer?", saquei meu celular do bolso e disquei. eis que o telefone no balcão toca, ela atende e, com toda a educação eu pergunto:
- boa tarde, gostaria de saber se o pedido de número tal já foi liberado?
e após uma resposta afirmativa, sentei-me triunfante e esperei, ali, por exatos 85 minutos com aquele ar de vitória. uma pena que o pedido não tenha sido autorizado...
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